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Bruno Engler, a trajetória do deputado mais votado de Minas

Ligado ao bolsonarismo e ao Movimento Direita Minas, parlamentar construiu sua carreira entre a Assembleia e duas disputas pela Prefeitura de Belo Horizonte.

Redação Parlatório MG|

Bruno Engler, a trajetória do deputado mais votado de Minas

Bruno Engler construiu sua identidade política com posições explícitas. A proximidade com Jair Bolsonaro, a atuação no Movimento Direita Minas e a defesa de pautas conservadoras aparecem desde o início de sua projeção pública.

Em 2026, recebeu 675.940 votos para deputado estadual. Foi a segunda eleição consecutiva em que terminou como o mais votado de Minas Gerais, superando a própria marca de 2022.

De Curitiba à política mineira

Nascido em Curitiba, Bruno de Castro Engler Florencio de Almeida mudou-se com a família para Belo Horizonte ainda criança. Foi em Minas que construiu sua carreira eleitoral.

Conquistou o primeiro mandato estadual em 2018, pelo PSL. Em 2022, já no PL, recebeu 637.412 votos e alcançou uma projeção que ultrapassou o ambiente da Assembleia.

O Movimento Direita Minas é parte dessa trajetória. Engler atua como coordenador da organização, que reúne núcleos em diferentes cidades e promove valores conservadores. Essa atuação ajuda a explicar sua inserção em um campo político organizado também fora das estruturas tradicionais dos partidos.

Duas disputas pela capital

A carreira inclui candidaturas à Prefeitura de Belo Horizonte em 2020 e 2024. Na segunda disputa, chegou ao segundo turno, mas foi derrotado por Fuad Noman.

As campanhas municipais ampliaram sua exposição e colocaram suas propostas diante de um eleitorado diferente daquele necessário para conquistar uma cadeira na Assembleia.

No Legislativo, sua apresentação política destaca a defesa dos agentes de segurança e de pautas conservadoras na educação e nos costumes. O vínculo com o bolsonarismo permanece como elemento central de sua atuação.

Sua trajetória combina mandatos parlamentares, organização política e tentativas de chegar ao Executivo. A votação expressiva é uma parte dessa história. A outra está nas posições que escolheu defender e no trabalho desenvolvido dentro da Assembleia.

Fontes