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Quem fica, quem chega e quem deixa a Assembleia de São Paulo

Nova composição reúne uma maioria de parlamentares reeleitos, estreantes e políticos que retornam ao Legislativo estadual.

Redação Parlatório SP|

Vista aérea em perspectiva do edifício da Assembleia Legislativa de São Paulo, cercado de árvores
Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa de São Paulo, em fotografia de arquivo de janeiro de 2006. · Foto: Sergio Valle Duarte · CC BY 3.0 · Fonte da foto

A Assembleia Legislativa de São Paulo continuará com maioria de parlamentares reeleitos, mas terá mudanças importantes de nomes a partir de fevereiro de 2027.

Na classificação publicada pela própria Casa, os 94 eleitos estão distribuídos entre 54 reeleitos, 35 estreantes e cinco parlamentares que retornam. A separação é importante: chegar à próxima legislatura sem integrar a lista de reeleitos não significa, necessariamente, exercer o primeiro mandato estadual.

Quem permanece

Eduardo Suplicy (PT), Carlos Giannazi (PSOL), Rogério Nogueira (PSD), Gilmaci Santos (Republicanos) e Tenente Coimbra (PL) estão entre os nomes que continuarão na Assembleia.

Também permanecerão parlamentares como Professora Bebel (PT), Ediane Maria (PSOL), Itamar Borges (MDB) e Delegado Olim (PP). A continuidade alcança tanto integrantes da base governista quanto da oposição.

Quem chega

Entre os eleitos para o primeiro mandato estadual estão Eduarda Campopiano (PL), Sofia Favero (PSOL), Marina Bragante (PSB), Rogério Lins (Podemos) e Thammy Miranda (PSD).

As trajetórias são diferentes. Há vereadores, ex-prefeitos e nomes com projeção nas redes sociais. A renovação das cadeiras reúne pessoas que estreiam na Assembleia, mas não necessariamente na vida pública.

As saídas têm motivos distintos

André do Prado deixará a Casa para assumir uma cadeira no Senado. Outros deputados foram eleitos para a Câmara dos Deputados, entre eles Guilherme Cortez, Márcia Lia, Major Mecca, Altair Moraes e Marina Helou.

Leci Brandão, Beth Sahão, Valeria Bolsonaro, Maria Lúcia Amary, Jorge Wilson e Rafa Zimbaldi estão entre os nomes que não conquistaram mandato na eleição.

A nova composição terá de votar o orçamento, analisar as propostas do Executivo e fiscalizar os serviços estaduais. A presença de veteranos oferece experiência; a chegada de novos nomes pode ampliar perspectivas. O resultado dependerá de como cada mandato utilizará seu espaço.

Fontes