Mulheres avançam na Alego, mas ficam com cinco das 41 cadeiras
Bancada feminina passa de quatro para cinco deputadas. Carol do Amiltinho liderou a votação geral para a Assembleia.

A bancada feminina da Assembleia Legislativa de Goiás crescerá na próxima legislatura. Cinco mulheres foram eleitas em 2026, uma a mais que em 2022.
O avanço eleva a participação de aproximadamente 9,8% para 12,2% das 41 cadeiras. As outras 36 serão ocupadas por homens. Os percentuais foram calculados a partir da composição divulgada pela Alego.
Uma cadeira a mais para as mulheres
Em 2022, 4 mulheres e 37 homens, 9,8% de mulheres. Em 2026, 5 mulheres e 36 homens, 12,2% de mulheres. Total de 41 cadeiras em cada eleição.
Quem foi eleita
Carol do Amiltinho (MDB) recebeu 109.002 votos e terminou como a candidata mais votada de toda a disputa. Também foram eleitas Kátia Maria (PT), com 43.687 votos; Bia de Lima (PT), com 42.980; Joscilene do Mangão (Agir), com 39.977; e Graciele da Arte Trigo (Agir), com 37.252.
Juntas, elas somaram 272.898 votos. A bancada estará distribuída entre três partidos: MDB, PT e Agir.
Os votos das cinco deputadas eleitas
Uma cadeira a mais
Bia de Lima foi a única reeleita entre as mulheres. As outras quatro ocuparão seu primeiro mandato estadual, o que não significa ausência de experiência política anterior.
O resultado reúne dois movimentos: uma mulher alcançou a maior votação individual da eleição, enquanto a presença feminina no conjunto da Casa cresceu apenas uma cadeira.
A votação de Carol é expressiva. A composição das 41 vagas mostra que esse desempenho não se traduziu em uma ampliação da mesma dimensão para a representação feminina.