Minas elege 20 deputadas e bate recorde de representação feminina
Mulheres terão aproximadamente 26% das cadeiras da ALMG. Comparação com 2022 mostra cinco vagas a mais.

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais terá a maior bancada feminina de sua história. Vinte mulheres foram eleitas para a legislatura que começa em fevereiro de 2027.
Elas ocuparão aproximadamente 26% das 77 cadeiras. Em 2022, foram eleitas 15 deputadas, equivalentes a 19,5% da Casa. O crescimento é de cinco vagas, ou 33,3% sobre o número de mulheres eleitas na disputa anterior.
Cinco cadeiras a mais para as mulheres
Em 2022, 15 mulheres e 62 homens, 19,5% de mulheres. Em 2026, 20 mulheres e 57 homens, 26,0% de mulheres. Total de 77 cadeiras em cada eleição.
Eleitas e parlamentares em exercício são contas diferentes
A legislatura atual chegou a 2026 com 17 deputadas, após o ingresso de suplentes. Esse número descreve a composição em exercício, não o resultado das urnas de 2022.
Para comparar eleições, o critério é manter as 15 eleitas em 2022 diante das 20 de 2026.
Quatorze permanecem, seis chegam
Segundo a ALMG, todas as 14 deputadas que tentaram a reeleição conseguiram renovar o mandato.
As seis estreantes serão Adriana Souza, Dra. Laís Santiago, Flávia Borja, Iza Lourença, Marília Amaral e Roberta Lopes. Beatriz Cerqueira foi a mulher mais votada e terminou em segundo lugar na classificação geral.
O recorde amplia a presença feminina, mas mantém uma distância expressiva na composição: serão 20 mulheres e 57 homens.
As deputadas também pertencem a partidos e campos políticos diferentes. O aumento da representação não significa uma bancada com posição única nas votações.